
Após a veículação da notícia na mídia, FHC publicou uma nota criticando a imprensa e defendendo Aécio Neves.
"Parte do noticiário de hoje sobre os depoimentos da Odebrecht serve de sinal de alerta. Ao invés de dar ênfase à afirmação feita por Marcelo Odebrecht, de que as doações à campanha presidencial de Aécio Neves, em 2014, foram feitas oficialmente, publicou-se a partir de outro depoimento que o senador teria pedido doações de caixa dois para aliados", diz FHC.
O ex-presidente afirmou que o senador "não fez tal pedido" e "o depoente não fez tal declaração em seu depoimento ao TSE".
"Ademais, independentemente do noticiário de hoje tratar como iguais situações diferentes, não é o caminho para se conhecer a realidade e poder mudá-la", diz a nota.
"A desmoralização de pessoas a partir de 'verdades alternativas' é injusta e não serve ao país. Confunde tudo e todos", acrescenta.
Cardoso afirmou também que "a palavra de um delator não é prova em si, apenas um indício que requer comprovação".
O valor mencionado por Marcelo Odebrecht coincide com a planilha da da construtora apreendida pela Lava Jato que revela um repasse de 15 milhões de reais de propina para Aécio Neves, apelidado na planilha de "mineirinho'.


