quarta-feira, 12 de julho de 2017

A “calça arriada” de Maia no “acordo de mentira” de Temer



Pronto.

A mentirinha “piedosa” de Michel Temer, usada ontem pelos canalhas para justificar o voto favorável à demolição da CLT já voltou a ser o que era: mentira e impiedosa.

Medida provisória corrigindo as monstruosidades mais evidentes no projeto?

“Nadica de nada”, promete o futuro presidente Rodrigo Maia, cada vez mais cevado pela corporação de picaretas que se tornou parlamento.

Nem as grávidas, nem as lactantes.

“Não toleraremos”, diz Maia, hoje cedo.

Disse hoje cedo, não ontem, para que não se tirasse a desculpa sórdida dos Cristovam, das Martas, dos Romarios e de todos quantos usavam a suposta promessa de Temer de vetar e emendar por Medida Provisória.

O “contratador de terceirizados” que preside o Senado Federal tira o corpo fora: “Não tratei de MP e nenhum compromisso sobre mudanças no texto”, já disse Eunício Oliveira, no Estadão.

Estelionato puro, praticado por um bando de escroques que não se vexa, como fez Romero Jucá, brandindo no ar um acordo sem assinatura, que todos hoje negam existir.

Do alto dos seus 53 mil votos (mil, não milhões), Rodrigo Maia já governa o país.